O tão sonhado megashow na Paulista finalmente deve sair do papel em 2026. A Prefeitura de São Paulo assinou um novo acordo com o Ministério Público para flexibilizar as antigas restrições da via. Com isso, o coração da capital poderá receber um evento gratuito de proporções históricas.
A ideia da gestão municipal é seguir os moldes do que aconteceu recentemente nas praias do Rio de Janeiro. O grande objetivo é atrair multidões e transformar a famosa avenida paulistana em um imenso palco a céu aberto. Para que tudo se confirme, o termo assinado ainda precisa ser homologado pelo Conselho Superior do MP.
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Quando vai ser o megashow na Paulista e quem vai tocar?
A data idealizada pelo prefeito para a realização do primeiro megashow na Paulista é o dia 5 de setembro de 2026. Essa escolha é estratégica, pois aproveita o fim de semana que emenda com o feriado da Independência do Brasil. Tudo dependerá, claro, do avanço burocrático e das negociações com os escritórios dos artistas.
Se o Rio apostou no pop de Madonna e Shakira, São Paulo parece mirar quase todas as suas fichas no rock. Bandas lendárias como Rolling Stones, U2, Foo Fighters e Coldplay lideram a lista de favoritos. A única grande estrela do cenário pop mencionada até agora nas sondagens iniciais é a cantora Mariah Carey.

Como a prefeitura conseguiu liberar o evento na avenida?
Desde o ano de 2007, a avenida sofria limitações severas por causa de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Só eram permitidos três eventos de grande porte por ano: Réveillon, São Silvestre e a Parada LGBTQIA+. O novo aditamento argumentou que a corrida e a virada ocorrem no mesmo dia, abrindo uma nova brecha.
O ano de 2026 servirá como uma transição, permitindo os eventos tradicionais e mais um megashow na Avenida Paulista. Já a partir de 2027, o novo acordo prevê a realização de dois grandes shows gratuitos anualmente. O impacto projetado é gigantesco, podendo injetar cerca de R$ 4 bilhões na economia da cidade.
Quais as regras de segurança para o show gratuito?
Para suportar um público que pode passar de um milhão de pessoas, as regras operacionais impostas serão bastante rígidas. O acordo exige revistas de segurança nas ruas transversais e reforço rigoroso no monitoramento das estações de metrô. A instalação de banheiros químicos e a criação de esquemas de evacuação também são obrigatórios.
Moradores, trabalhadores e frequentadores de hospitais da região terão a circulação garantida durante o megashow na Paulista. Além disso, os organizadores precisam entregar um plano para reduzir o impacto sonoro e preservar o comércio local. Se novos entraves surgirem, a prefeitura mantém o Campo de Marte como um plano alternativo.
